Revenue Share 50/50
Ideal para
Quem quer exposição ao mercado sem investir capital
Tudo que o investidor precisa saber sobre modelos de negócio, ROI por potência, legislação vigente e o passo a passo para instalar e operar um eletroposto DC Fast com retorno documentado.
Por Carlos Fonseca, CEO da Gauss Mob · Atualizado em 29 de maio de 2026 · Leitura de 18 min
~38% a.a.
TIR estimada (120 kW)
~20 meses
Payback cenário base
R$ 200 mil
CAPEX 120 kW chave-na-mão
+167%
Crescimento DC Fast 12m
Um eletroposto DC Fast (Direct Current Fast Charging) é uma estação de recarga rápida para veículos elétricos que fornece corrente contínua diretamente à bateria do veículo, sem depender do carregador embarcado (onboard charger). Essa diferença é fundamental: enquanto um carregador AC (corrente alternada) Level 2 opera entre 7 e 22 kW e leva de 4 a 8 horas para uma carga completa, o DC Fast opera entre 30 kW e 360 kW, carregando a bateria de 20% a 80% em 15 a 40 minutos dependendo da potência do equipamento.
No Brasil, os conectores padrão são o CCS2 (Combined Charging System tipo 2), adotado pela maioria dos fabricantes europeus, americanos e asiáticos modernos, e o CHAdeMO, utilizado pela Nissan e alguns modelos mais antigos. A tendência global é de convergência para CCS2, e os carregadores da Gauss Mob suportam ambos os padrões.
30 kW
40–60 min
(20%→80%)
Condomínios, hotéis, vagas de permanência longa
60 kW
25–40 min
(20%→80%)
Estacionamentos urbanos, postos urbanos
120 kW+
15–25 min
(20%→80%)
Shoppings, rodovias, frotas, postos de alto fluxo
A infraestrutura elétrica necessária inclui ramal dedicado dimensionado para a potência do carregador, disjuntor de proteção, medição exclusiva (exigência da ANEEL) e, em potências acima de 75 kW, normalmente é necessário um transformador próprio. O projeto elétrico é parte integral do pacote chave-na-mão da Gauss Mob, incluindo aprovação junto à distribuidora local e obtenção de alvarás. O hub de eletropostos detalha toda a operação.
A Gauss Mob oferece três modelos de parceria para instalação de eletropostos DC Fast, cada um desenhado para um perfil diferente de investidor. A escolha depende de quanto capital você quer alocar, qual nível de risco aceita e se prefere receita fixa ou variável. Todos incluem projeto elétrico, aprovação regulatória e integração ao software CPO de billing. Saiba mais na página de modelos de negócio.
Ideal para
Quem quer exposição ao mercado sem investir capital
Ideal para
Quem prefere previsibilidade de caixa
Ideal para
Quem tem capital e quer retorno agressivo
| Critério | Revenue Share 50/50 | Aluguel Fixo | Compra e Venda |
|---|---|---|---|
| CAPEX | R$ 0 | R$ 0 | R$ 200 mil |
| Receita | 50% da receita líquida | ~R$ 1.000/mês fixo | 100% da receita |
| Payback | Imediato | Imediato | ~20 meses |
| TIR estimada | N/A (sem investimento) | N/A (sem investimento) | ~38% a.a. |
| Risco | Baixo | Mínimo | Moderado |
| Propriedade do ativo | Gauss Mob | Gauss Mob | Investidor |
| O&M | Incluso | Incluso | Opcional (R$ 2.500/mês) |
| Ideal para | Quem quer exposição ao mercado sem investir capital | Quem prefere previsibilidade de caixa | Quem tem capital e quer retorno agressivo |
Para investidores com capital disponível, o modelo Compra e Venda oferece a melhor relação risco-retorno: TIR de ~38% a.a. com payback em ~20 meses e propriedade plena do ativo. Para proprietários de espaços que preferem zero desembolso, o Revenue Share 50/50 gera receita imediata sem risco de capital. A página de parceria explica como iniciar o processo.
A rentabilidade de um eletroposto varia enormemente conforme o tipo de local. Abaixo, a análise detalhada de cinco categorias de espaço com estimativa de ROI, volume típico de sessões e payback esperado. Para uma análise personalizada do seu local, veja também o guia de instalação por tipo de espaço.
Revenue Share: R$ 3–5 mil/mês (parcela parceiro)
Condomínios de alto padrão com mais de 100 unidades são os locais de maior crescimento. A demanda é previsível — moradores carregam à noite e visitantes durante o dia. O modelo ideal é AC Level 2 para moradores (recarga noturna lenta) combinado com um DC Fast para visitantes e recarga de emergência. A receita por sessão DC Fast é mais alta por conta do senso de urgência. Condomínios em bairros como Jardins, Vila Nova Conceição e Alphaville em São Paulo registram ocupação acima de 60% já nos primeiros meses. A aprovação em assembleia exige maioria simples em muitos estados e a Lei SP 18.403/2026 torna obrigatória a infraestrutura pré-cabeada em novos empreendimentos.
Revenue Share: R$ 7–12 mil/mês (parcela parceiro)
Shoppings com mais de 50 mil visitantes/mês oferecem o melhor cenário para DC Fast. O tempo médio de permanência de 1 a 2 horas coincide perfeitamente com o tempo de uma carga DC Fast (20–40 minutos). O motorista de VE escolhe o shopping que tem carregador disponível — é um diferencial competitivo real. A Gauss Mob já opera em shoppings com ocupação acima de 45% nos carregadores DC Fast. O modelo Revenue Share é o mais adotado porque o shopping não precisa investir capital e ganha uma nova fonte de receita. A instalação em vagas preferenciais (próximas à entrada) aumenta a visibilidade e a taxa de utilização. Shoppings de luxo cobram premium e registram disposição a pagar de R$ 2,50+/kWh.
Revenue Share: R$ 2–4 mil/mês (parcela parceiro)
Hotéis de 4 e 5 estrelas e resorts premium usam o eletroposto como diferencial de marca. Hóspedes de alto poder aquisitivo — o perfil que mais compra VEs no Brasil — escolhem o hotel que oferece recarga. A permanência longa (overnight) permite usar carregadores AC Level 2 de menor custo, mas a presença de um DC Fast para recarga rápida de check-in é um diferencial adicional. O modelo Revenue Share é ideal porque o hotel transforma vagas de estacionamento existentes em fonte de receita sem investimento. Redes hoteleiras como Accor e Marriott já exigem infraestrutura de recarga em novos hotéis. O volume é menor que em shoppings, mas a previsibilidade é alta — hóspede reserva com antecedência e sabe que vai usar o carregador.
Compra e Venda: R$ 10–18 mil/mês (receita total)
Frotas corporativas e operadores logísticos oferecem o payback mais rápido porque a demanda é controlada e previsível. Veículos comerciais leves elétricos (vans, utilitários) precisam de recarga noturna e diurna em ciclo definido. O modelo Compra e Venda é o mais adotado porque a empresa quer controle total do ativo e da agenda de carregamento. O custo de energia por km é 60–70% menor que diesel, gerando economia operacional imediata além da receita de recarga. Empresas como Ambev, iFood e Mercado Livre já estão eletrificando frotas. A Gauss Mob oferece gestão de acesso por RFID ou app com relatório de consumo por veículo e por motorista. O dimensionamento correto (normalmente 60–120 kW) depende do tamanho da frota e do ciclo operacional.
Compra e Venda: R$ 12–20 mil/mês (receita total)
Postos de combustível — especialmente em rodovias de alto fluxo — oferecem o maior ROI entre todos os espaços. O motorista de VE em rodovia para por necessidade, não por conveniência, e a disposição a pagar é máxima. A infraestrutura elétrica do posto normalmente já suporta cargas altas (transformadores existentes), reduzindo o custo de instalação. O eletroposto também gera receita indireta: enquanto espera os 20–40 minutos de carga, o motorista consome na loja de conveniência — receita que o posto já sabe monetizar. Redes como Ipiranga, Shell e Vibra já estão instalando eletropostos em postos bandeirados. O modelo Compra e Venda é preferido porque o dono do posto quer propriedade plena e 100% da receita, e o CAPEX se paga em menos de 12 meses em locais de alto fluxo.
A Gauss Mob realiza o levantamento técnico gratuito em qualquer tipo de espaço. A equipe analisa fluxo de veículos, disponibilidade elétrica, acessibilidade e potencial de demanda antes de recomendar o modelo de negócio mais adequado. Saiba mais sobre eletropostos em condomínio.
A potência do carregador DC Fast impacta diretamente o CAPEX, o volume de sessões e a velocidade de retorno. Carregadores de menor potência (30 kW) exigem menos investimento e atendem bem locais de permanência longa. Carregadores de alta potência (120 kW+) atendem a demanda de recarga rápida em shoppings e rodovias, gerando maior receita absoluta. A tabela abaixo compara os quatro faixas de potência mais comuns no mercado brasileiro, todas no modelo Compra e Venda.
| Potência | CAPEX | Payback | TIR estimada | VPL 5 anos | Sessões/dia | Ideal para |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 30 kW | R$ 80 mil | ~18 meses | ~42% a.a. | R$ 145 mil | 8–12 | Condomínios, hotéis |
| 60 kW | R$ 120 mil | ~24 meses | ~35% a.a. | R$ 210 mil | 12–20 | Estacionamentos urbanos |
| 120 kW | R$ 200 mil | ~20 meses | ~38% a.a. | R$ 323 mil | 15–30 | Shoppings, postos, frotas |
| 150 kW | R$ 250 mil | ~30 meses | ~32% a.a. | R$ 380 mil | 20–40 | Rodovias, hubs logísticos |
Cenário base: ocupação média 40%, tarifa R$ 2,13/kWh, custo de energia R$ 0,83/kWh, horizonte 60 meses. Valores estimados, não constituem promessa de retorno. Use a calculadora de ROI para simular com os dados do seu local.
O carregador de 120 kW representa o melhor equilíbrio entre CAPEX e retorno absoluto: TIR de ~38% a.a. com VPL de R$ 323 mil em 5 anos sobre investimento de R$ 200 mil. É a potência mais recomendada para a maioria dos cenários urbanos e rodoviários. Para condomínios e hotéis onde o tempo de permanência é longo, o 30 kW oferece TIR ainda mais alta (~42%) com menor CAPEX — mas a receita absoluta mensal é proporcionalmente menor. Para rodovias de altíssimo fluxo e hubs logísticos, o 150 kW justifica o CAPEX maior pela capacidade de atender mais sessões por hora. Visite a página do investidor para comparar com outros ativos do ecossistema.
A instalação e operação de eletropostos no Brasil é regulada por um conjunto de normas técnicas da ABNT, resoluções da ANEEL e legislações estaduais. Conhecer o arcabouço regulatório é essencial para o investidor porque define requisitos de projeto, condições de faturamento e obrigações do operador. A Gauss Mob cuida de toda a conformidade regulatória no pacote chave-na-mão, mas é importante que o investidor entenda o cenário.
Define os requisitos gerais para infraestrutura de recarga de veículos elétricos em ambiente urbano. Cobre projeto, instalação, comissionamento e manutenção de estações de recarga. Estabelece critérios de segurança, acessibilidade, sinalização e proteção contra surtos elétricos. É a norma-base que referencia todas as demais.
Norma internacional adotada no Brasil que especifica os sistemas de recarga condutiva para veículos elétricos. Define os quatro modos de carga (Mode 1 a Mode 4, sendo Mode 4 o DC Fast), requisitos de segurança elétrica, comunicação entre veículo e carregador (protocolo PLC) e testes de conformidade. Todo carregador DC Fast homologado no Brasil precisa atender a esta norma.
Regulamenta a atividade de recarga de veículos elétricos como serviço. Define que o faturamento deve ser por kWh consumido (não por tempo), exige medição dedicada com selo do INMETRO, e estabelece que o serviço de recarga não configura revenda de energia elétrica — é prestação de serviço. Também define condições de acesso à rede de distribuição para carregadores acima de 75 kW.
Legislação do estado de São Paulo que torna obrigatória a instalação de infraestrutura pré-cabeada (eletrodutos e caixas de passagem) para eletropostos em edificações residenciais e comerciais novas com mais de 50 unidades. Não obriga a instalação do carregador em si, mas garante que a infraestrutura esteja pronta para instalação futura, reduzindo drasticamente o custo de retrofit. É a legislação mais avançada do Brasil sobre o tema.
Além dessas normas, o projeto elétrico precisa de aprovação da distribuidora local (Enel, CPFL, Cemig, Copel, etc.) e alvará municipal de funcionamento. Em alguns municípios, há exigência de EIA/RIMA simplificado para instalações acima de determinada potência. A Gauss Mob possui equipe jurídica e de engenharia dedicada à obtenção de todas as aprovações, incluída no pacote chave-na-mão.
O mercado de infraestrutura de recarga para veículos elétricos no Brasil está em fase de crescimento acelerado, com dados que sustentam a tese de investimento. Os números abaixo são de fontes públicas e oficiais — ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), EPE (Empresa de Pesquisa Energética), MME (Ministério de Minas e Energia) e ANEEL.
21 mil
eletropostos instalados no Brasil
ABVE, fev/2026
+167%
crescimento DC Fast em 12 meses
ABVE, fev/2026
42%
crescimento anual da frota de VEs
ABVE, fev/2026
580 mil
pontos necessários até 2030
EPE/MME
19,6:1
relação VE por ponto (meta: 10:1)
Cálculo ABVE
+11 mil
carregadores faltando hoje
Estimativa de mercado
A EPE e o MME projetam que o Brasil precisará de 580 mil pontos de recarga até 2030 para atender a frota prevista de veículos elétricos. Hoje existem cerca de 21 mil. Isso significa que o mercado precisa multiplicar por 27 vezes a infraestrutura instalada nos próximos 4 anos — uma janela de oportunidade sem precedentes para investidores que se posicionarem agora.
A frota de veículos elétricos e híbridos plug-in no Brasil cresce 42% ao ano (ABVE, fevereiro de 2026). Os segmentos que mais crescem são SUVs elétricos premium (BYD, GWM/Haval, BMW, Volvo) e veículos comerciais leves (vans e utilitários para última milha). A relação atual de 19,6 veículos elétricos por ponto de recarga pública está longe do ideal de 10:1 recomendado pela IEA (International Energy Agency), o que significa que mesmo com os 21 mil eletropostos existentes, ainda faltam mais de 11 mil para equilibrar a demanda atual — antes mesmo de considerar o crescimento da frota.
O segmento DC Fast é o que mais cresce: +167% em 12 meses. Isso reflete a necessidade do mercado por recarga rápida em rodovias e centros urbanos. A maioria dos eletropostos existentes ainda é AC Level 2 (7–22 kW), que atende apenas recarga lenta. O investidor que instalar DC Fast agora captura uma demanda reprimida com poucos concorrentes locais — a maioria das cidades brasileiras ainda não tem nenhum carregador DC Fast disponível.
Calculadora de ROI disponível gratuitamente
Insira os dados do seu local e simule TIR, payback e fluxo de caixa dos 60 meses — sem cadastro.
O processo da Gauss Mob é desenhado para ser simples e rápido. Do primeiro contato à operação comercial, o prazo típico é de 30 a 60 dias. Abaixo, o passo a passo detalhado para investir em um eletroposto DC Fast.
Identifique o local candidato — condomínio, shopping, hotel, posto de combustível, galpão logístico ou estacionamento — e solicite o levantamento técnico gratuito da Gauss Mob. A equipe de engenharia analisa o fluxo de veículos na região, a disponibilidade de carga elétrica existente (ramal, transformador, padrão de entrada), acessibilidade para veículos elétricos e o potencial de demanda com base em dados de mercado. O levantamento inclui visita técnica presencial e relatório com estimativa de volume de sessões e receita projetada.
Com base no levantamento técnico, defina o modelo mais adequado ao seu perfil: Revenue Share 50/50 (R$ 0 de CAPEX, 50% da receita líquida), Aluguel Fixo (~R$ 1 mil/mês garantido) ou Compra e Venda (R$ 200 mil para 120 kW, 100% da receita). A Gauss Mob apresenta a projeção financeira personalizada para cada modelo, incluindo fluxo de caixa mensal, payback e TIR estimados. Use a calculadora de ROI online para comparar cenários antes da reunião.
Após a definição do modelo, os engenheiros da Gauss Mob elaboram o projeto elétrico completo: dimensionamento do ramal, especificação de disjuntores e cabos, projeto do quadro de medição, solicitação de aumento de carga junto à distribuidora (se necessário) e obtenção de alvarás municipais. O projeto segue as normas ABNT NBR 16620, NBR IEC 61851 e Resolução ANEEL 1000/2021. Prazo típico desta etapa: 15 a 30 dias.
Execução da instalação civil (fundação, canaletas, acabamento) e elétrica (cabeamento, quadros, disjuntores, medição). Após a instalação física, o carregador DC Fast é comissionado: testes de isolação, testes de comunicação CCS2/CHAdeMO, calibração de medição e integração ao software CPO (Charge Point Operator) para billing automático por kWh. Prazo típico: 15 a 30 dias após aprovação do projeto pela distribuidora.
O eletroposto entra em operação comercial. O investidor acompanha receita, volume de sessões, ocupação e indicadores de desempenho via dashboard em tempo real. O billing é automático — o motorista paga via app ou cartão e o valor é creditado na conta do investidor (Compra e Venda) ou dividido conforme o modelo contratado. O&M opcional (R$ 2.500/mês) inclui manutenção preventiva e corretiva com SLA de 24 horas. A Gauss Mob opera o software CPO e fornece suporte técnico contínuo.
O processo completo leva de 30 a 60 dias do primeiro contato à operação comercial. Em locais com infraestrutura elétrica existente (postos de combustível, galpões industriais), o prazo pode ser menor. Para frotas corporativas, a Gauss Mob oferece programa acelerado com instalação em até 21 dias. Saiba mais sobre soluções para frotas.
As 10 perguntas mais comuns de investidores sobre eletropostos DC Fast, respondidas pela equipe técnica e financeira da Gauss Mob.
Um eletroposto DC Fast é uma estação de recarga rápida que fornece corrente contínua (DC) diretamente à bateria do veículo elétrico, sem depender do carregador embarcado. Enquanto um carregador AC Level 2 opera entre 7 e 22 kW e leva de 4 a 8 horas para uma carga completa, um DC Fast opera entre 30 kW e 360 kW, carregando de 20% a 80% em 15 a 40 minutos dependendo da potência. Os conectores mais comuns no Brasil são CCS2 (padrão europeu adotado pela maioria dos fabricantes) e CHAdeMO (usado pela Nissan e alguns modelos asiáticos). A infraestrutura exige ramal elétrico dedicado, disjuntor de proteção, medição exclusiva e, em potências acima de 75 kW, normalmente é necessário um transformador próprio. É o tipo de carregador que atende ao motorista que precisa de recarga rápida em rodovias, estacionamentos comerciais e frotas.
O investimento varia conforme a potência e o modelo de negócio escolhido. No modelo Compra e Venda da Gauss Mob, um carregador de 30 kW custa a partir de R$ 80 mil (chave-na-mão), 60 kW a partir de R$ 120 mil, e 120 kW a partir de R$ 200 mil. Esses valores incluem equipamento, projeto elétrico, aprovação junto à distribuidora, instalação civil e elétrica, comissionamento e ativação no software CPO. No modelo Revenue Share 50/50, o CAPEX é zero para o parceiro: a Gauss Mob arca com 100% do investimento e divide a receita das sessões de carregamento. Há também o modelo Aluguel Fixo, com valor mensal garantido de aproximadamente R$ 1 mil independentemente do volume de recargas. O modelo ideal depende do perfil de risco do investidor e da disponibilidade de capital.
A Taxa Interna de Retorno estimada para o modelo Compra e Venda com carregador de 120 kW é de aproximadamente 38% ao ano no cenário base. Esse cálculo considera ocupação média de 40%, tarifa de R$ 2,13/kWh ao usuário final, custo de energia de R$ 0,83/kWh (incluindo TUSD e impostos), O&M opcional de R$ 2.500/mês e horizonte de 60 meses. O VPL acumulado nesse cenário é de R$ 323 mil sobre um CAPEX de R$ 200 mil. Para potências menores como 30 kW, a TIR tende a ser mais alta (menor CAPEX, menor custo operacional), mas a receita absoluta é menor. A TIR real depende fundamentalmente da localização, do fluxo de veículos elétricos e da tarifa de energia local.
No cenário base da Gauss Mob, o payback de um carregador DC Fast de 120 kW é de aproximadamente 20 meses no modelo Compra e Venda. Para um 30 kW, o payback estimado é de 18 meses graças ao menor CAPEX. Já para um 60 kW, o payback fica em torno de 24 meses, e para 150 kW, cerca de 30 meses devido ao investimento mais elevado. Esses números consideram ocupação média e tarifa de mercado. Em locais de alta demanda — rodovias movimentadas, shoppings com mais de 50 mil visitantes/mês e frotas com mais de 20 veículos elétricos — o payback pode ser até 30% mais curto. O levantamento técnico gratuito da Gauss Mob inclui estimativa personalizada de payback com base nos dados reais do local.
Existem três modelos principais oferecidos pela Gauss Mob. O Revenue Share 50/50 é o mais popular: o parceiro entra com o espaço e a Gauss Mob arca com 100% do CAPEX (equipamento, instalação, O&M), dividindo a receita líquida das sessões meio a meio. É ideal para quem quer exposição ao mercado de VEs sem investir capital. O Aluguel Fixo garante um valor mensal de aproximadamente R$ 1 mil ao parceiro independentemente do volume de sessões, com contrato de longo prazo. É indicado para quem prefere previsibilidade de receita. O Compra e Venda coloca o investidor como dono do ativo: paga R$ 200 mil pelo carregador 120 kW chave-na-mão e fica com 100% da receita. Oferece a maior TIR (~38% a.a.) para quem tem capital disponível e quer retorno agressivo.
O Revenue Share 50/50 rende mais em locais com alta demanda: se o eletroposto gera R$ 15 mil/mês em receita líquida, o parceiro recebe R$ 7.500 — muito acima dos R$ 1 mil do Aluguel Fixo. Porém, o Aluguel Fixo protege contra cenários de baixa ocupação nos primeiros meses de operação, quando a frota local de VEs ainda está crescendo. Em termos numéricos, o Aluguel Fixo se torna vantajoso apenas se a receita mensal total ficar abaixo de R$ 2 mil, o que representa uma ocupação muito baixa (menos de 5%). Na média do mercado brasileiro, com a frota crescendo 42% ao ano, o Revenue Share tende a ser mais rentável a partir do sexto mês de operação. A Gauss Mob oferece conversão de modelo após 12 meses caso o parceiro deseje migrar de um para outro.
Os locais mais rentáveis para instalação de eletroposto DC Fast, em ordem de ROI típico, são: (1) postos de combustível em rodovias de alto fluxo — veículos parados por necessidade, alta disposição a pagar, occupação média de 50-60%; (2) shoppings centers com mais de 50 mil visitantes/mês — tempo de permanência de 1-2 horas combina com carga DC Fast, modelo de conveniência; (3) estacionamentos urbanos em regiões com alta concentração de VEs — São Paulo (Jardins, Itaim, Pinheiros), Campinas, Curitiba; (4) frotas corporativas e operadores logísticos — demanda previsível, recargas noturnas e diurnas; (5) hotéis de alto padrão e resorts — diferencial competitivo e permanência longa. Condomínios residenciais de alto padrão também apresentam boa rentabilidade, especialmente com AC Level 2 para recarga noturna e DC Fast para visitantes.
A instalação de eletropostos no Brasil é regulada por um conjunto de normas técnicas e resoluções. A ABNT NBR 16620 define os requisitos gerais para infraestrutura de recarga de veículos elétricos, incluindo projeto, instalação e comissionamento. A NBR IEC 61851 cobre os sistemas de recarga condutiva, definindo modos de carga e requisitos de segurança elétrica. A Resolução ANEEL 1000/2021 regulamenta a atividade de recarga de veículos elétricos como serviço, definindo que o faturamento deve ser por kWh e não por tempo. No estado de São Paulo, a Lei 18.403/2026 tornou obrigatória a instalação de infraestrutura pré-cabeada para eletropostos em edificações novas acima de 50 unidades. Além dessas, o projeto elétrico precisa de aprovação da distribuidora local (Enel, CPFL, Cemig, etc.) e alvará municipal. A Gauss Mob cuida de toda a documentação regulatória no pacote chave-na-mão.
Como todo investimento em ativo real, existem riscos. Os principais são: (1) risco de demanda — ocupação abaixo do esperado por localização inadequada ou crescimento mais lento da frota local de VEs. É mitigado pelo levantamento técnico prévio com dados reais de tráfego e pela tendência de crescimento do mercado (+42% ao ano). (2) Risco regulatório — mudanças em normas ou tarifação. Hoje a tendência é favorável, com incentivos crescentes para mobilidade elétrica. (3) Risco tecnológico — obsolescência do equipamento. Carregadores CCS2 de 120 kW têm compatibilidade garantida por pelo menos 10 anos com o padrão adotado. (4) Risco operacional — falhas e manutenção. Mitigado pelo O&M especializado (R$ 2.500/mês) com SLA de 24h. Os indicadores financeiros são projeções do cenário base e não constituem promessa de retorno. A Gauss Mob não é gestora de investimentos.
Sim. Existem diversas linhas de crédito disponíveis para equipamentos de mobilidade elétrica e eficiência energética no Brasil. O BV Inspira oferece financiamento específico para infraestrutura de recarga de VEs com taxas a partir de CDI + 2% a.a. e prazo de até 60 meses. O BNDES Automático, acessado via bancos repassadores, financia equipamentos de mobilidade sustentável com taxa TLP + spread. Bancos comerciais como Itaú, Bradesco e Santander oferecem linhas de capex industrial que aceitam o projeto elétrico e NF do equipamento como lastro. Para frotas corporativas, há linhas específicas de descarbonização com condições diferenciadas. A Gauss Mob orienta o investidor sobre as opções de financiamento mais adequadas ao perfil e monta o dossiê técnico necessário para aprovação de crédito — projeto elétrico, laudo de viabilidade e projeção de fluxo de caixa.
Nossos engenheiros fazem o levantamento técnico gratuito do seu local, simulam o fluxo de caixa real e apresentam a proposta personalizada em até 5 dias úteis. Sem compromisso.