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Análise Financeira

Modelos de negócio para eletroposto:
Revenue Share, Aluguel Fixo e Compra e Venda

A escolha do modelo de negócio define o retorno financeiro, o risco operacional e o grau de envolvimento do parceiro. Nesta análise, comparamos as três modalidades disponíveis na Gauss Mob para instalação de eletropostos DC Fast (60-150 kW) em condomínios, shoppings, hotéis, postos de combustível e espaços comerciais. Com dados financeiros reais de CAPEX, TIR, payback e VPL, este guia ajuda você a tomar a melhor decisão para seu perfil de investimento.

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Modelo 1 · Mais Popular

Revenue Share 50/50: zero CAPEX, receita compartilhada

O modelo de Revenue Share (modelo de negócio para eletroposto baseado em partilha de receita) é a modalidade mais procurada por proprietários que querem monetizar um espaço ocioso sem desembolsar capital próprio. Na prática, funciona assim: o parceiro cede uma área de aproximadamente 15 m² (duas vagas de estacionamento) e a Gauss Mob arca com 100% do investimento necessário para instalar e operar o ponto de recarga.

O CAPEX total por carregador DC Fast de 120 kW é de aproximadamente R$ 250.000, integralmente financiado pela operadora. Esse valor inclui o equipamento DC Fast de fábrica, projeto elétrico completo conforme NBR 16620 e NBR IEC 61851, aprovação junto à distribuidora de energia e ANEEL, obra civil (fundações, cabeamento, quadro de proteções), comissionamento e testes de carga, além do software CPO (Charge Point Operator), sistema de billing e suporte técnico 24/7. A operação e manutenção contínua (O&M) também ficam por conta da Gauss Mob durante toda a vigência do contrato.

A receita de cada sessão de carregamento é dividida 50/50 entre parceiro e operadora, calculada sobre a receita líquida (descontados tributos e custo de energia). No cenário base com ocupação moderada, a receita líquida mensal por ponto é projetada entre R$ 12.000 e R$ 18.000, resultando em R$ 6.000 a R$ 9.000 mensais para o parceiro. Em locais com alto fluxo de veículos elétricos, como postos em rodovias ou shoppings de grande porte, a receita por ponto pode superar R$ 25.000 mensais.

Quando o Revenue Share é vantajoso?

O modelo é ideal quando o proprietário tem um espaço com potencial de fluxo mas não dispõe de R$ 200-250 mil para investir. É o caso clássico de condomínios residenciais com 100+ unidades, estacionamentos de shoppings, hotéis de bandeira e postos de combustível que querem diversificar receita. Como o payback é imediato (não há investimento do parceiro), a receita começa a fluir a partir do primeiro mês de operação.

Riscos do Revenue Share

O principal risco é a taxa de ocupação do carregador. Se a região ainda tem poucos veículos elétricos, a receita nos primeiros meses pode ser baixa. Em contrapartida, o parceiro não tem prejuízo financeiro direto — o custo do equipamento ocioso recai sobre a Gauss Mob. Outro fator é o prazo contratual de 5 anos (renovável), durante o qual o parceiro não pode instalar equipamentos de outro operador na mesma área cedida.

Caso de uso: condomínio residencial

Um condomínio de 200 unidades na zona sul de Belo Horizonte, com 15 veículos elétricos registrados entre moradores e visitantes, optou pelo Revenue Share em 2025. A aprovação em assembleia foi aprovada por maioria simples, já que o condomínio não precisou desembolsar nenhum valor. No sexto mês de operação, com a frota de VEs do condomínio crescendo para 22 veículos, a receita do condomínio atingiu R$ 7.200 mensais — valor superior ao aluguel de duas vagas de garagem no mercado local. A página do hub EVC detalha o processo de instalação para esse tipo de espaço.

Modelo 2 · Renda Garantida

Aluguel Fixo: renda passiva garantida com reajuste IPCA

O modelo de Aluguel Fixo para carregador de veículo elétrico funciona de forma análoga a um contrato de locação comercial: o proprietário do espaço recebe um valor mensal fixo pela cessão da área, independentemente da quantidade de sessões de carregamento realizadas naquele mês. É o modelo de negócio para eletroposto que oferece a maior previsibilidade financeira ao parceiro.

Na Gauss Mob, o valor base para um carregador DC Fast de 120 kW é de R$ 1.000 por mês, equivalente a R$ 8,33 por kW de potência instalada. Para equipamentos de maior potência (150 kW), o aluguel sobe proporcionalmente para R$ 1.250 mensais. O valor é corrigido anualmente pelo IPCA acumulado dos últimos 12 meses, garantindo proteção contra inflação. O depósito é realizado a partir da data de energização do equipamento, ou seja, a partir do momento em que o carregador está efetivamente conectado à rede e apto a realizar sessões de recarga.

Assim como no Revenue Share, todo o CAPEX de aproximadamente R$ 250.000 é de responsabilidade da Gauss Mob, incluindo equipamento, projeto elétrico, aprovação ANEEL, instalação e O&M contínuo. A diferença está na contrapartida: em vez de compartilhar a receita variável, o parceiro abre mão do upside para receber um valor fixo garantido. Em termos anuais, isso significa R$ 12.000 por ano por ponto, sem depender do crescimento da frota de veículos elétricos na região.

Quando o Aluguel Fixo é vantajoso?

O Aluguel Fixo é ideal para proprietários que priorizam previsibilidade acima de tudo. É especialmente adequado para hotéis e pousadas que querem oferecer recarga como amenity sem se preocupar com gestão operacional; condomínios em regiões onde a frota de VEs ainda está em fase inicial e o fluxo é incerto; administradoras de estacionamento que precisam de um valor fixo para compor o contrato com o proprietário do imóvel; e gestores patrimoniais que preferem fluxo de caixa estável para fins contábeis e tributários.

Riscos e limitações do Aluguel Fixo

O principal risco é o custo de oportunidade. Se a demanda por carregamento no local for muito alta, o parceiro estará recebendo R$ 1.000 fixos enquanto a receita real do ponto pode ser de R$ 15.000 ou mais. No Revenue Share, ele ficaria com R$ 7.500. A diferença de R$ 6.500 mensais representa o prêmio que o parceiro paga pela segurança do valor fixo. Outro ponto: o contrato tem duração mínima de 5 anos, renovável por igual período, e o parceiro não pode rescindir unilateralmente sem multa proporcional ao período restante.

Caso de uso: rede hoteleira

Uma rede de hotéis executivos com 4 unidades em Minas Gerais escolheu o Aluguel Fixo para os eletropostos de todas as unidades. A decisão foi motivada pela simplicidade contábil: o valor fixo mensal entra como receita operacional previsível no DRE de cada hotel, facilitando o planejamento financeiro da rede. O serviço de recarga funciona como um diferencial competitivo que atrai hóspedes com veículos elétricos, especialmente executivos em viagem de negócios, sem que a rede precise gerenciar a operação. Para o hotel, o eletroposto se tornou um amenity equivalente ao Wi-Fi: esperado pelo hóspede, sem custo para o estabelecimento. Saiba mais sobre os modelos de parceria disponíveis.

Modelo 3 · 100% da Receita

Compra e Venda: propriedade plena e máximo retorno

O modelo de Compra e Venda de eletroposto é a modalidade com o maior retorno financeiro absoluto. O investidor adquire o equipamento DC Fast diretamente da Gauss Mob por R$ 200.000 no formato chave-na-mão, que inclui: carregador DC Fast de 120 kW de fábrica, projeto elétrico conforme NBR 16620, aprovação junto à distribuidora de energia e ANEEL, obra civil completa (fundações, cabeamento, quadro de proteções), comissionamento e testes de carga. Após o aceite final, o equipamento é propriedade plena do comprador e não há vínculo contratual com a Gauss Mob.

O comprador fica com 100% da receita de todas as sessões de carregamento, sem nenhuma partilha com a operadora. No cenário base projetado para um DC Fast 120 kW com ocupação moderada, a receita bruta mensal é de R$ 12.000 a R$ 18.000. Descontando custos de energia elétrica (R$ 0,65-0,85/kWh conforme tarifa local) e O&M, o fluxo de caixa líquido mensal gira em torno de R$ 8.000 a R$ 12.000.

Os indicadores financeiros projetados para o cenário base são:

  • TIR (Taxa Interna de Retorno): ~38% ao ano, considerando fluxo de caixa projetado de 60 meses
  • Payback: ~20 meses no cenário base, podendo chegar a 14 meses em locais de alta demanda
  • VPL (Valor Presente Líquido): R$ 323.000 em 5 anos, com taxa de desconto de 12% ao ano
  • Vida útil do equipamento: 10+ anos, com manutenção preventiva adequada

Para quem não quer operar o eletroposto diretamente, a Gauss Mob oferece o Pacote Operacional por R$ 2.500/mês, que inclui software CPO, sistema de billing e pagamento, atendimento ao motorista, manutenção preventiva e corretiva, e monitoramento remoto 24/7. Esse pacote é opcional: investidores com equipe técnica própria podem operar de forma totalmente independente.

Quando a Compra e Venda é vantajosa?

O modelo é ideal para investidores com capital disponível que buscam maximizar o retorno sobre o investimento. Postos de combustível que querem diversificar receita com uma nova vertical de energia; empresas de logística com frotas elétricas que precisam de infraestrutura própria de recarga; investidores imobiliários que veem o eletroposto como ativo gerador de renda; e redes de estacionamento com alto fluxo que querem capturar 100% da margem. Para uma análise detalhada do retorno financeiro, acesse o guia completo para investidores.

Riscos da Compra e Venda

O risco principal é o CAPEX irrecuperável em caso de demanda muito abaixo do projetado. Diferentemente do Revenue Share, onde o investimento é da operadora, na Compra e Venda o comprador assume 100% do risco de demanda. Se a região não tiver fluxo suficiente de veículos elétricos, o payback pode se estender para além de 30 meses. Além disso, o comprador é responsável pela manutenção e obsolescência do equipamento (salvo contratação do Pacote Operacional). Recomendamos validar a demanda do local com a calculadora de ROI antes de decidir.

Caso de uso: posto de combustível e hub logístico

Um grupo de postos de combustível em Minas Gerais adquiriu 6 carregadores DC Fast via Compra e Venda para as unidades em rodovias estaduais. O investimento total de R$ 1,2 milhão foi financiado com capital próprio do grupo, que já operava 45 postos e buscava diversificação. A receita média por ponto nos primeiros 6 meses de operação foi de R$ 14.500 mensais, com payback projetado de 18 meses. Empresas de logística com frotas elétricas também se beneficiam deste modelo: um operador logístico com 12 vans elétricas instalou 2 carregadores em seu galpão e eliminou o custo de recarga em postos públicos, economizando R$ 8.000 por mês em energia. Veja como o processo de instalação por tipo de espaço funciona na prática.

Comparativo completo dos 3 modelos

Todos os critérios relevantes para a escolha do modelo de negócio de eletroposto, lado a lado. Valores do cenário base com carregador DC Fast 120 kW.

Comparativo dos modelos de negócio para eletroposto: Revenue Share, Aluguel Fixo e Compra e Venda
CritérioRevenue Share 50/50Aluguel FixoCompra e Venda
CAPEX do parceiroR$ 0R$ 0R$ 200.000
CAPEX total (Gauss Mob)R$ 250.000R$ 250.000N/A (parceiro)
Receita mensal do parceiroR$ 6.000-9.000 (50%)R$ 1.000 fixoR$ 8.000-12.000 (100%)
PaybackImediato (sem CAPEX)Imediato (sem CAPEX)~20 meses
TIR projetada~38% a.a.*N/A (renda fixa)~38% a.a.
VPL em 5 anosN/A (sem investimento)R$ 60.000**R$ 323.000
Risco de demandaCompartilhadoZero (renda fixa)100% do comprador
Propriedade do ativoGauss MobGauss MobParceiro (plena)
O&M inclusoSim, 100%Sim, 100%Opcional (R$ 2.500/mês)
Prazo contrato5 anos (renovável)5 anos (renovável)Sem vínculo
ReajusteAcompanha receitaIPCA anualN/A
Ideal paraSem capital, quer receitaQuer previsibilidadeQuer maximizar retorno
Flexibilidade de saídaApós 5 anos ou compra do ativoApós 5 anosImediata (ativo próprio)

* TIR do Revenue Share calculada sobre o VPL do fluxo de caixa recebido pelo parceiro (investimento próprio = 0). ** VPL do Aluguel Fixo considerando R$ 1.000/mês × 60 meses com reajuste IPCA médio de 4,5% a.a. e taxa de desconto de 12% a.a. Valores do cenário base — DC Fast 120 kW. Resultados reais variam conforme localização, fluxo e ocupação. Não configura promessa de retorno.

Qual modelo de negócio escolher?

A escolha depende de três variáveis: capital disponível, tolerância a risco e objetivo financeiro. Use a árvore de decisão abaixo para identificar o modelo ideal para o seu perfil.

Sem capital para investir

Você tem um espaço com potencial, mas não dispõe de R$ 200 mil para comprar o equipamento. Quer monetizar o local sem risco financeiro e está disposto a dividir a receita em troca de zero investimento. O fluxo de veículos elétricos no seu local é razoável ou crescente.

Revenue Share 50/50

R$ 0 entrada · 50% da receita

Ver Revenue Share

Quer previsibilidade total

Você prefere saber exatamente quanto vai receber todo mês, sem depender do número de sessões de carregamento. A prioridade é estabilidade financeira, não maximização de retorno. Gestores patrimoniais, hotéis e condomínios com fluxo de VEs incerto se encaixam nesse perfil.

Aluguel Fixo

R$ 1.000/mês garantido · IPCA anual

Ver Aluguel Fixo

Quer maximizar retorno

Você tem capital disponível e busca o maior retorno sobre o investimento. Aceita o risco de demanda em troca de ficar com 100% da receita e propriedade plena do ativo. Postos de combustível, operadores logísticos e investidores se encaixam aqui.

Compra e Venda

R$ 200k · TIR ~38% a.a. · 100% receita

Ver Compra e Venda

Se você está em dúvida entre dois modelos, considere começar pelo Revenue Share. O contrato permite migração para Compra e Venda após o 24º mês, quando você já terá dados reais de demanda do local para validar o investimento. Essa abordagem progressiva reduz o risco de decisão e permite testar o mercado antes de comprometer capital. Para simular os três cenários com os dados específicos do seu local, use a calculadora de ROI.

Para espaços como condomínios, a decisão frequentemente depende da assembleia. Veja o guia específico de eletroposto para condomínio com orientações sobre aprovação em assembleia, documentação necessária e modelo de ata.

Caso Real

Como um condomínio em BH escolheu o Revenue Share

O Residencial Jardim das Mangabeiras, condomínio de 320 unidades na região da Pampulha em Belo Horizonte, enfrentava uma situação cada vez mais comum: moradores com veículos elétricos começaram a improvisar carregamento nas tomadas comuns da garagem, causando sobrecarga no quadro elétrico e reclamações na administração. A síndica levou o tema para assembleia extraordinária em março de 2025 com três propostas em mãos: cobrar dos moradores a instalação individual por conta própria, rateiar o custo de um wallbox coletivo, ou firmar parceria com a Gauss Mob no modelo Revenue Share 50/50.

A terceira opção foi aprovada por 78% dos presentes (maioria simples exigida). Os argumentos decisivos foram: custo zero para o condomínio (todo o CAPEX de R$ 250 mil arcado pela Gauss Mob), receita adicional para o caixa condominial, e resolução definitiva do problema de carregamento improvisado. A instalação do carregador DC Fast de 120 kW foi concluída em 42 dias, do contrato assinado ao go-live.

Nos primeiros 3 meses de operação (abril a junho de 2025), a evolução foi a seguinte:

  • Mês 1: 89 sessões de carregamento, receita líquida R$ 8.400, parcela do condomínio R$ 4.200
  • Mês 2: 112 sessões, receita líquida R$ 10.600, parcela do condomínio R$ 5.300
  • Mês 3: 138 sessões, receita líquida R$ 13.100, parcela do condomínio R$ 6.550

O crescimento de 55% nas sessões entre o primeiro e o terceiro mês reflete um padrão comum: moradores que ainda não tinham VE começaram a considerar a troca após ver o carregador em funcionamento. Visitantes de outros condomínios e do comércio próximo também passaram a utilizar o ponto via app, contribuindo com receita externa. A frota de VEs do condomínio cresceu de 18 para 27 veículos em 6 meses.

Com a receita de R$ 6.550 mensais no terceiro mês, o condomínio destinou o valor à redução da taxa condominial — equivalente a uma redução de R$ 20,47 por unidade. A síndica já solicitou estudo de viabilidade para instalação de um segundo ponto de recarga, desta vez na entrada de visitantes.

Se o condomínio tivesse optado pelo Aluguel Fixo, a receita seria de R$ 1.000/mês estáveis — inferior aos R$ 4.200 já recebidos no primeiro mês de Revenue Share. Se tivesse optado pela Compra e Venda, precisaria aprovar em assembleia um investimento de R$ 200.000, o que tornaria a aprovação significativamente mais difícil. O Revenue Share 50/50 se mostrou o modelo mais adequado para o perfil do condomínio: zero risco, zero investimento, receita crescente.

Perguntas frequentes sobre modelos de negócio para eletroposto

O que é Revenue Share em eletroposto?+

Revenue Share (ou partilha de receita) é o modelo de negócio em que o proprietário do espaço cede a área para instalação do eletroposto e recebe uma porcentagem da receita gerada por cada sessão de carregamento. No modelo Gauss Mob, a divisão é de 50% para o parceiro e 50% para a operadora. O parceiro não investe nenhum capital: todo o CAPEX de aproximadamente R$ 250 mil por ponto DC Fast 120 kW, incluindo equipamento, projeto elétrico, aprovação ANEEL, obra civil e comissionamento, é financiado integralmente pela Gauss Mob. A operação e manutenção contínua também ficam por conta da operadora. O parceiro recebe sua parcela mensalmente via depósito bancário, com relatório detalhado de sessões.

Quanto ganha o parceiro no modelo Revenue Share 50/50?+

No cenário base da Gauss Mob com carregador DC Fast de 120 kW, a receita líquida mensal projetada por ponto é de aproximadamente R$ 12.000 a R$ 18.000, dependendo da ocupação e do preço por kWh praticado na região. No split 50/50, o parceiro recebe entre R$ 6.000 e R$ 9.000 por mês por equipamento, sem ter investido capital próprio. Em locais com alta rotatividade, como postos de combustível em rodovias ou shoppings de grande fluxo, a receita pode superar R$ 25.000 mensais por ponto, resultando em mais de R$ 12.500 para o parceiro. A receita varia conforme a localização, o fluxo de veículos elétricos e a tarifa energética local. Todos os valores são líquidos de tributos e custo de energia.

O que é o modelo de Aluguel Fixo para eletroposto?+

No modelo de Aluguel Fixo, o proprietário do espaço recebe um valor mensal fixo pela cessão da área onde o eletroposto é instalado, independentemente da quantidade de sessões de carregamento realizadas. Na Gauss Mob, o valor base para um carregador DC Fast de 120 kW é de R$ 1.000 por mês (equivalente a R$ 8,33 por kW de potência instalada), com reajuste anual pelo IPCA acumulado dos últimos doze meses. O pagamento é depositado a partir da data de energização do equipamento. Assim como no Revenue Share, todo o CAPEX, instalação, operação e manutenção ficam por conta da Gauss Mob. A grande vantagem é a previsibilidade: o parceiro sabe exatamente quanto vai receber todo mês, mesmo em períodos de baixa demanda.

Qual a diferença entre Revenue Share e Aluguel Fixo?+

A diferença fundamental está na relação entre risco e retorno. No Revenue Share 50/50, o parceiro assume parte do risco de demanda (recebe mais quando há muitas sessões, menos quando há poucas), mas seu potencial de ganho é ilimitado, podendo chegar a R$ 9.000 ou mais por mês por ponto em locais de alta demanda. No Aluguel Fixo, o parceiro recebe R$ 1.000 por mês garantidos, independente de quantos carros carreguem, mas renuncia ao upside de demanda elevada. Em termos de perfil: Revenue Share é para quem confia no fluxo de veículos elétricos do seu local e aceita variação mensal; Aluguel Fixo é para quem prioriza estabilidade financeira e prefere renda passiva previsível, como hotéis e condomínios com fluxo incerto.

Como funciona o modelo Compra e Venda de eletroposto?+

No modelo Compra e Venda, o investidor adquire o equipamento DC Fast diretamente da Gauss Mob por R$ 200.000 no formato chave-na-mão, que inclui o carregador de fábrica (120 kW), projeto elétrico conforme NBR 16620, aprovação junto à distribuidora, instalação, cabeamento e comissionamento. Após o aceite final, o equipamento é propriedade plena do comprador, que fica com 100% da receita de todas as sessões de carregamento, sem partilha com a operadora. O comprador pode optar pelo Pacote Operacional da Gauss Mob (R$ 2.500 por mês) para software CPO, billing, atendimento e manutenção preventiva, ou operar de forma independente com software próprio. É o modelo com maior retorno absoluto para quem tem capital disponível.

Qual modelo é melhor para condomínio?+

Para a maioria dos condomínios, o Revenue Share 50/50 é o modelo mais vantajoso. Primeiro, porque condomínios raramente têm capital de R$ 200 mil disponível em caixa para investir na compra do equipamento. Segundo, porque o processo de assembleia se torna muito mais simples quando a proposta não envolve nenhum desembolso do condomínio: basta aprovação por maioria simples dos presentes. Terceiro, porque o modelo transfere todo o risco operacional para a Gauss Mob: se a demanda for baixa nos primeiros meses, o condomínio não tem prejuízo. Para condomínios que preferem um valor fixo previsível para compor o orçamento anual, o Aluguel Fixo de R$ 1.000 por mês também funciona bem. O modelo de Compra e Venda é recomendado apenas para condomínios de alto padrão com reserva financeira robusta.

Qual modelo maximiza o retorno do investidor?+

O modelo de Compra e Venda maximiza o retorno absoluto porque o investidor fica com 100% da receita de carregamento. No cenário base projetado pela Gauss Mob para um DC Fast 120 kW, o investimento de R$ 200.000 gera receita bruta mensal de R$ 12.000 a R$ 18.000. Descontando custos operacionais de energia e O&M, a TIR projetada é de aproximadamente 38% ao ano, com payback em cerca de 20 meses. O VPL acumulado em 5 anos alcança R$ 323.000 no cenário base, considerando taxa de desconto de 12% ao ano. Para investidores que buscam retorno passivo sem capital inicial, o Revenue Share também é atrativo: a TIR calculada sobre o VPL do fluxo de caixa do parceiro é igualmente de aproximadamente 38% ao ano, pois não há investimento próprio. A escolha depende do perfil: capital disponível versus zero desembolso.

É possível trocar de modelo depois de assinar?+

Sim, é possível migrar entre modelos, mas com condições específicas. Do Revenue Share para Compra e Venda, o parceiro pode adquirir o equipamento pelo valor residual contábil a qualquer momento após o 24º mês de contrato, mediante notificação com 90 dias de antecedência. Do Aluguel Fixo para Revenue Share, a migração pode ser solicitada na renovação contratual (a cada 5 anos) ou mediante acordo mútuo. Do Revenue Share ou Aluguel Fixo para Compra e Venda, o parceiro paga o valor do equipamento menos a depreciação acumulada, mais os custos de transferência. A Gauss Mob oferece flexibilidade porque entende que as condições do local podem mudar ao longo do tempo: um condomínio que começou com baixo fluxo pode evoluir para alta demanda e querer capturar 100% da receita.

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CF Gauss Serviços Ltda · CNPJ 33.672.634/0001-40 · Valores do cenário base — DC Fast 120 kW. TIR, VPL e payback são projeções baseadas em premissas de ocupação moderada. Resultados reais variam conforme localização, fluxo e ocupação. Não configura promessa de retorno. Consulte as condições comerciais vigentes. Política de Privacidade · Termos de Uso