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Para Frotas

Eletroposto para frotas e logística:
carregamento DC Fast para veículos comerciais

Instale carregadores DC Fast 60–120 kW na base da sua frota. Economia de 60–70% vs diesel, payback de 12–18 meses, telemetria por veículo e relatório ESG automatizado. A Gauss Mob dimensiona, instala e opera.

Por Carlos Fonseca, CEO da Gauss Mob · Atualizado em 28 de maio de 2026 · Leitura de 12 min

Falar com consultorSimular retorno da frota

Por que logística é a aplicação mais lucrativa para eletropostos

Entre todos os segmentos de eletromobilidade, frotas e operações logísticas apresentam o payback mais rápido e a maior previsibilidade de receita. A razão é simples: a demanda é controlada. Diferente de um eletroposto público que depende de fluxo espontâneo de motoristas, o eletroposto de frota atende veículos que pertencem à própria operação — você sabe exatamente quantos vão carregar, quantas vezes por dia e em quais horários.

5–15

cargas por dia por carregador

Volume diário previsível

R$ 3–8 mil

receita mensal por carregador

Margem bruta operacional

12–18 meses

payback no modelo Compra e Venda

O mais rápido do portfólio

Um carregador DC Fast de 60 kW dedicado a uma frota de 15 vans elétricas gera receita mensal de R$ 3 mil a R$ 8 mil dependendo do regime de operação (turno único vs 24h). O custo de energia por quilômetro rodado em veículo elétrico é 60–70% menor que diesel, o que significa que a empresa economiza no combustível além de gerar receita com o eletroposto. Empresas como Ambev, iFood, Mercado Livre e JBS já estão eletrificando suas frotas — e precisam de infraestrutura de recarga dedicada.

A Gauss Mob oferece o modelo Compra e Venda chave-na-mão como padrão para frotas: a empresa compra o carregador, fica com 100% da receita e tem controle total do ativo e da agenda de carregamento. Para frotas que não querem investir CAPEX, o modelo Revenue Share 50/50 também está disponível — a Gauss Mob instala e opera, e a receita é dividida.

Casos de uso: quem precisa de eletroposto para frota

Entregas urbanas (vans)

Vans elétricas de última milha — BYD T3, DFSK EC35, Renault Kangoo E-Tech — rodam 80–150 km/dia e recarregam na base entre turnos. Carregador de 60 kW restaura 80% da bateria em 40 minutos, permitindo 2 turnos completos por dia sem ociosidade do veículo.

Transporte executivo

Sedãs e SUVs elétricos para transporte corporativo e aplicativos premium. Motoristas profissionais precisam de recarga rápida entre corridas. Um ponto DC Fast de 120 kW na garagem da operadora elimina a dependência de eletropostos públicos e reduz o tempo improdutivo a 20 minutos.

Logística de última milha

Operadores como iFood, Mercado Livre e Rappi estão eletrificando entregas urbanas. O carregamento centralizado na dark store ou CD reduz o custo por entrega em até 70% vs moto/van a combustão. RFID por entregador permite rateio de custo por rota.

Frota corporativa

Empresas que estão substituindo frota própria por veículos elétricos — visitas técnicas, equipes de campo, diretoria. O eletroposto no estacionamento corporativo permite recarga durante o expediente e gera créditos de carbono certificáveis para o relatório ESG anual.

Dimensionamento: quantos carregadores sua frota precisa

O dimensionamento correto evita tanto subutilização (CAPEX desperdiçado) quanto filas que atrasam a operação. A tabela abaixo considera operação em dois turnos, bateria média de 60 kWh por veículo e recarga de 20% a 80% por sessão. Para operação 24h contínua, multiplique o número de carregadores por 0,7 (mais sessões por carregador compensam). A Gauss Mob faz o cálculo exato no levantamento técnico gratuito.

Nº de veículosPotência recomendadaCargas/diaCarregadores
5–1060 kW10–201
11–2060 kW22–402
21–40120 kW42–802–3
41–60120 kW82–1203–4
61–100120 kW122–2005–6

Cenário: 2 turnos de recarga, bateria 60 kWh, recarga 20%→80%. Valores de referência — o dimensionamento real considera o ciclo operacional específico da sua frota.

Integração com telemetria e gestão de frota

O eletroposto para frotas não é apenas um ponto de recarga — é um nó de dados na operação logística. A integração entre carregador, software CPO e sistema de gestão de frota transforma cada sessão de recarga em informação acionável: custo por rota, consumo por motorista, eficiência energética por veículo e disponibilidade da frota em tempo real.

Controle de acesso por RFID / NFC / App

Cada motorista ou veículo recebe um identificador único. Somente usuários autorizados iniciam sessões de recarga. O sistema registra quem carregou, quando, quanto e por quanto tempo — eliminando uso indevido e permitindo rateio de custo por centro de custo, filial ou rota.

Dashboard por veículo e colaborador

O painel da Gauss Mob exibe consumo acumulado por veículo (kWh/mês, kWh/km), custo de energia por veículo, número de sessões, horários de pico e estado de saúde da bateria (SoH estimado). Gestores de frota identificam veículos ineficientes, motoristas com padrão de recarga inadequado e oportunidades de otimização.

API de integração com ERP/TMS

A API REST do software CPO permite integração com SAP, TOTVS, Trimble, Omnilink e outros sistemas de TMS (Transportation Management System). Os dados de recarga aparecem no mesmo dashboard de quilometragem, manutenção e custo operacional — visão unificada do custo total por entrega.

Relatório automatizado de emissões

Cada sessão de recarga gera um registro de CO2 evitado, calculado com base no fator de emissão da matriz elétrica brasileira (0,075 kg CO2/kWh). O relatório consolidado atende requisitos do GRI, CDP e TCFD, e pode ser certificado via I-REC para compensação oficial de créditos de carbono.

Modelo financeiro: payback, TIR e fluxo de caixa

O cenário base para frotas considera o modelo Compra e Venda com carregador de 60 kW, frota de 15 veículos, ocupação de 70% (conservadora para frota dedicada) e tarifa interna de R$ 1,80/kWh. A economia de diesel é contabilizada como benefício adicional.

12–18 meses

Payback

~45% a.a.

TIR estimada

R$ 120 mil

CAPEX (60 kW chave-na-mão)

R$ 5–8 mil/mês

Receita bruta por carregador

A TIR para eletropostos de frota é superior à média do mercado (~38% para uso público) porque a ocupação é mais alta e previsível. Uma frota de 20 vans com 2 cargas/dia cada gera 40 sessões diárias — um carregador público precisaria de localização privilegiada para atingir esse volume. Quanto maior a frota, menor o payback por carregador, porque os custos fixos de instalação (ramal elétrico, transformador, medição) são diluídos por mais equipamentos.

O benefício indireto é ainda mais significativo: cada van elétrica economiza R$ 1.500–2.500/mês em diesel comparado ao equivalente a combustão. Para uma frota de 20 veículos, isso representa R$ 30–50 mil/mês em economia operacional — valor que supera amplamente a receita direta do eletroposto. Use a calculadora de ROI para simular com os dados da sua frota.

Cenário base: 60 kW, ocupação 70%, tarifa R$ 1,80/kWh, custo de energia R$ 0,75/kWh, horizonte 60 meses. Valores estimados, não constituem promessa de retorno.

ESG e relatório de emissões evitadas

A eletrificação de frotas é uma das alavancas ESG mais eficazes para empresas de logística e transporte. Diferente de compensação via créditos de carbono (que apenas neutraliza), a frota elétrica elimina as emissões na fonte — cada quilômetro rodado a eletricidade é um quilômetro com zero emissões diretas de CO2, NOx e material particulado.

8–12 t CO2/ano

evitadas por veículo elétrico comercial

0,075 kg CO2/kWh

fator de emissão da matriz brasileira

83%

da matriz elétrica BR é renovável

O sistema da Gauss Mob gera automaticamente o relatório de emissões evitadas com base nos dados reais de consumo de cada carregador. O cálculo usa o fator de emissão oficial da MCTIC/MCTI para a matriz elétrica brasileira e compara com o equivalente em litros de diesel/gasolina que seriam consumidos pelos mesmos veículos em versão combustão. O relatório é exportável em formatos compatíveis com GRI Standards, CDP Climate Questionnaire e TCFD — os três frameworks mais exigidos por investidores institucionais e bancos ESG.

Para certificação oficial, a Gauss Mob orienta o processo de obtenção de I-REC (International Renewable Energy Certificate) junto à emissora credenciada, comprovando que a energia consumida pela frota provém de fonte renovável. Em licitações públicas e processos de procurement de grandes empresas, a certificação I-REC + relatório de emissões evitadas é diferencial competitivo crescente.

Perguntas frequentes sobre eletroposto para frotas

As 6 dúvidas mais comuns de gestores de frota sobre eletropostos DC Fast, respondidas pela equipe técnica da Gauss Mob.

Quantos carregadores meu galpão precisa?+

A quantidade de carregadores depende do tamanho da frota, do ciclo operacional e do tempo disponível para recarga. A regra geral é: divida o número de veículos pelo número de turnos de recarga possíveis por dia e pelo número de recargas que cada carregador suporta por turno. Para uma frota de 20 vans elétricas com dois turnos de recarga (noturno e intervalo do almoço), um carregador de 60 kW que faz 6 sessões por turno atende 12 veículos por dia — logo, 2 carregadores resolvem. Para frotas maiores com operação 24h, a relação ideal é de 1 carregador para cada 8–10 veículos. A Gauss Mob faz o levantamento técnico gratuito considerando o ciclo real da sua operação, pico de demanda simultâneo, folga operacional para manutenção e crescimento da frota nos próximos 24 meses.

Qual o payback de eletroposto para frota?+

O payback para eletropostos dedicados a frotas é o mais curto entre todos os segmentos: entre 12 e 18 meses no modelo Compra e Venda. Isso acontece porque a demanda é controlada e previsível — você sabe exatamente quantos veículos vão carregar, quantas vezes por dia e em quais horários. Uma frota de 15 vans elétricas fazendo 2 cargas/dia de 30 kWh cada, a uma tarifa interna de R$ 1,80/kWh e custo de energia de R$ 0,75/kWh, gera margem bruta de aproximadamente R$ 945/dia ou R$ 28.350/mês. Com CAPEX de R$ 240 mil (2 carregadores de 60 kW), o payback se dá em cerca de 8,5 meses. Mesmo em cenários conservadores com ocupação de 60%, o payback raramente ultrapassa 18 meses. A economia de combustível (60–70% menor custo por km vs diesel) é um benefício adicional que não entra nesse cálculo.

Como integrar o carregamento com telemetria da frota?+

A integração de carregamento com telemetria é feita em três camadas. A primeira é o controle de acesso: cada veículo ou motorista recebe um identificador (cartão RFID, tag NFC ou login no app) que autoriza a sessão de recarga e vincula o consumo ao veículo específico. A segunda camada é o software CPO (Charge Point Operator) da Gauss Mob, que registra cada sessão com dados de energia consumida (kWh), duração, horário, potência média e pico, e estado de carga inicial e final da bateria. A terceira camada é a integração via API com o sistema de gestão de frota existente (SAP, TOTVS, Trimble, Omnilink, etc.), permitindo que os dados de recarga apareçam junto com quilometragem, consumo por rota e custo por entrega. O dashboard da Gauss Mob fornece relatórios consolidados por veículo, por motorista, por período e por centro de custo.

Qual a potência ideal para frota: 60 kW ou 120 kW?+

A escolha entre 60 kW e 120 kW depende de três fatores: tempo disponível para recarga, tamanho da bateria dos veículos e ciclo operacional. Se a frota opera em turno único (6h–18h) e recarrega à noite com 8+ horas disponíveis, até 30 kW pode ser suficiente, reduzindo o CAPEX. Se a operação tem dois turnos com janela de recarga de 2–3 horas entre eles, 60 kW é ideal: carrega uma bateria de 60 kWh de 20% a 80% em aproximadamente 40 minutos, permitindo 3–4 sessões por janela. Se a operação é 24h com rotatividade intensa (entregas expressa, transporte executivo), 120 kW é recomendado: mesma carga em 20 minutos, 6+ sessões por hora. O custo do 120 kW é ~67% maior que o 60 kW (R$ 200 mil vs R$ 120 mil), mas a receita por hora é proporcional. A Gauss Mob recomenda 60 kW como padrão para a maioria das frotas comerciais.

O carregamento de frota funciona 24h?+

Sim, os carregadores DC Fast da Gauss Mob operam 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem supervisão presencial. O acesso é controlado por RFID, NFC ou app — somente veículos e motoristas autorizados iniciam sessões de recarga, eliminando o risco de uso indevido. O monitoramento remoto via software CPO alerta a equipe de O&M em tempo real sobre qualquer anomalia: falha de comunicação, erro de conector, sobretemperatura ou queda de potência. Em caso de falha, o SLA de manutenção corretiva é de 24 horas. Para frotas com operação noturna (logística de última milha, transporte de carga refrigerada), o carregamento programado permite agendar sessões para horários de energia mais barata (fora de ponta), reduzindo o custo operacional em até 30%. O sistema também prioriza automaticamente veículos com menor estado de carga quando há mais veículos que carregadores disponíveis.

Qual o impacto ESG de eletrificar a frota?+

A eletrificação de frotas gera impacto ESG mensurável em três dimensões. Na dimensão ambiental (E), cada veículo elétrico comercial leve evita em média 8 a 12 toneladas de CO2 por ano comparado ao equivalente diesel — dependendo da quilometragem e da matriz energética local. Como o Brasil tem 83% de energia renovável na matriz elétrica, o fator de emissão por kWh é um dos mais baixos do mundo: 0,075 kg CO2/kWh. Uma frota de 20 vans elétricas evita 160–240 toneladas de CO2 por ano, certificáveis via I-REC (Certificado Internacional de Energia Renovável). Na dimensão social (S), a frota elétrica reduz poluição sonora e material particulado em centros urbanos, com impacto direto na saúde pública dos bairros de entrega. Na dimensão de governança (G), o relatório automatizado de emissões evitadas atende requisitos do GRI, CDP e TCFD, fortalecendo o score ESG da empresa para investidores e licitações.

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CF Gauss Serviços Ltda · CNPJ 33.672.634/0001-40 · Valores do cenário base. Resultados reais variam conforme tamanho da frota, ciclo operacional e tarifa de energia local. Projeções financeiras não configuram promessa de retorno. Política de Privacidade · Termos de Uso