As 6 dúvidas mais comuns de gestores de frota sobre eletropostos DC Fast, respondidas pela equipe técnica da Gauss Mob.
Quantos carregadores meu galpão precisa?+
A quantidade de carregadores depende do tamanho da frota, do ciclo operacional e do tempo disponível para recarga. A regra geral é: divida o número de veículos pelo número de turnos de recarga possíveis por dia e pelo número de recargas que cada carregador suporta por turno. Para uma frota de 20 vans elétricas com dois turnos de recarga (noturno e intervalo do almoço), um carregador de 60 kW que faz 6 sessões por turno atende 12 veículos por dia — logo, 2 carregadores resolvem. Para frotas maiores com operação 24h, a relação ideal é de 1 carregador para cada 8–10 veículos. A Gauss Mob faz o levantamento técnico gratuito considerando o ciclo real da sua operação, pico de demanda simultâneo, folga operacional para manutenção e crescimento da frota nos próximos 24 meses.
Qual o payback de eletroposto para frota?+
O payback para eletropostos dedicados a frotas é o mais curto entre todos os segmentos: entre 12 e 18 meses no modelo Compra e Venda. Isso acontece porque a demanda é controlada e previsível — você sabe exatamente quantos veículos vão carregar, quantas vezes por dia e em quais horários. Uma frota de 15 vans elétricas fazendo 2 cargas/dia de 30 kWh cada, a uma tarifa interna de R$ 1,80/kWh e custo de energia de R$ 0,75/kWh, gera margem bruta de aproximadamente R$ 945/dia ou R$ 28.350/mês. Com CAPEX de R$ 240 mil (2 carregadores de 60 kW), o payback se dá em cerca de 8,5 meses. Mesmo em cenários conservadores com ocupação de 60%, o payback raramente ultrapassa 18 meses. A economia de combustível (60–70% menor custo por km vs diesel) é um benefício adicional que não entra nesse cálculo.
Como integrar o carregamento com telemetria da frota?+
A integração de carregamento com telemetria é feita em três camadas. A primeira é o controle de acesso: cada veículo ou motorista recebe um identificador (cartão RFID, tag NFC ou login no app) que autoriza a sessão de recarga e vincula o consumo ao veículo específico. A segunda camada é o software CPO (Charge Point Operator) da Gauss Mob, que registra cada sessão com dados de energia consumida (kWh), duração, horário, potência média e pico, e estado de carga inicial e final da bateria. A terceira camada é a integração via API com o sistema de gestão de frota existente (SAP, TOTVS, Trimble, Omnilink, etc.), permitindo que os dados de recarga apareçam junto com quilometragem, consumo por rota e custo por entrega. O dashboard da Gauss Mob fornece relatórios consolidados por veículo, por motorista, por período e por centro de custo.
Qual a potência ideal para frota: 60 kW ou 120 kW?+
A escolha entre 60 kW e 120 kW depende de três fatores: tempo disponível para recarga, tamanho da bateria dos veículos e ciclo operacional. Se a frota opera em turno único (6h–18h) e recarrega à noite com 8+ horas disponíveis, até 30 kW pode ser suficiente, reduzindo o CAPEX. Se a operação tem dois turnos com janela de recarga de 2–3 horas entre eles, 60 kW é ideal: carrega uma bateria de 60 kWh de 20% a 80% em aproximadamente 40 minutos, permitindo 3–4 sessões por janela. Se a operação é 24h com rotatividade intensa (entregas expressa, transporte executivo), 120 kW é recomendado: mesma carga em 20 minutos, 6+ sessões por hora. O custo do 120 kW é ~67% maior que o 60 kW (R$ 200 mil vs R$ 120 mil), mas a receita por hora é proporcional. A Gauss Mob recomenda 60 kW como padrão para a maioria das frotas comerciais.
O carregamento de frota funciona 24h?+
Sim, os carregadores DC Fast da Gauss Mob operam 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem supervisão presencial. O acesso é controlado por RFID, NFC ou app — somente veículos e motoristas autorizados iniciam sessões de recarga, eliminando o risco de uso indevido. O monitoramento remoto via software CPO alerta a equipe de O&M em tempo real sobre qualquer anomalia: falha de comunicação, erro de conector, sobretemperatura ou queda de potência. Em caso de falha, o SLA de manutenção corretiva é de 24 horas. Para frotas com operação noturna (logística de última milha, transporte de carga refrigerada), o carregamento programado permite agendar sessões para horários de energia mais barata (fora de ponta), reduzindo o custo operacional em até 30%. O sistema também prioriza automaticamente veículos com menor estado de carga quando há mais veículos que carregadores disponíveis.
Qual o impacto ESG de eletrificar a frota?+
A eletrificação de frotas gera impacto ESG mensurável em três dimensões. Na dimensão ambiental (E), cada veículo elétrico comercial leve evita em média 8 a 12 toneladas de CO2 por ano comparado ao equivalente diesel — dependendo da quilometragem e da matriz energética local. Como o Brasil tem 83% de energia renovável na matriz elétrica, o fator de emissão por kWh é um dos mais baixos do mundo: 0,075 kg CO2/kWh. Uma frota de 20 vans elétricas evita 160–240 toneladas de CO2 por ano, certificáveis via I-REC (Certificado Internacional de Energia Renovável). Na dimensão social (S), a frota elétrica reduz poluição sonora e material particulado em centros urbanos, com impacto direto na saúde pública dos bairros de entrega. Na dimensão de governança (G), o relatório automatizado de emissões evitadas atende requisitos do GRI, CDP e TCFD, fortalecendo o score ESG da empresa para investidores e licitações.