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Eletroposto em shopping: carregador DC Fast
para estacionamento comercial

Instale carregadores DC Fast 120–150 kW no estacionamento do seu shopping sem investir nada. A Gauss Mob arca com 100% do CAPEX, opera e divide a receita 50/50. O motorista carrega em 20–40 minutos enquanto compra, come ou vai ao cinema — e o shopping ganha uma nova fonte de receita.

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O caso ideal

Por que shopping é o espaço ideal para eletroposto

O shopping center é, entre todos os tipos de espaço, o que mais combina com a recarga DC Fast. O motivo é simples: o tempo de permanência natural do cliente coincide com o tempo de carga. O visitante médio de um shopping brasileiro permanece entre 1 hora e 45 minutos e 2 horas e 30 minutos no empreendimento, segundo dados da Abrasce. Uma sessão de carga DC Fast de 120 kW leva de 20 a 40 minutos para ir de 20% a 80% de bateria. O cliente estaciona, conecta o carro, faz suas compras e volta com a bateria cheia — sem alterar nenhum hábito.

Mais do que isso, o eletroposto funciona como âncora de atração. Motoristas de veículos elétricos consultam aplicativos de mapeamento de carregadores (como PlugShare e Zap-Map) antes de decidir onde ir. O shopping que aparece no mapa com carregador DC Fast disponível captura um público de alto poder aquisitivo que, de outra forma, iria ao concorrente. No Brasil, a frota de veículos elétricos cresce 42% ao ano (ABVE 2025), e o perfil do comprador de VE é o mesmo perfil que o shopping quer atrair: renda familiar acima de R$ 25 mil/mês, alto ticket médio e frequência de visita elevada.

O diferencial competitivo é mensurável. Pesquisas com redes de shopping na Europa mostram que clientes de veículos elétricos têm ticket médio 23% superior ao de clientes convencionais — e visitam o shopping com 15% mais frequência quando há carregador disponível. No Brasil, onde a infraestrutura de recarga pública ainda é escassa (menos de 5 mil pontos para mais de 300 mil VEs registrados), o shopping que oferece DC Fast se posiciona como referência de conveniência e inovação.

Do ponto de vista financeiro, o eletroposto é receita líquida incremental. O espaço utilizado — 1 a 2 vagas de estacionamento — não gera receita relevante sozinho. Com o carregador DC Fast, essas vagas passam a gerar R$ 12 mil a R$ 18 mil por mês de receita bruta em operação com ocupação de 45%. No modelo Revenue Share 50/50, o shopping recebe de R$ 6 mil a R$ 9 mil por mês sem ter investido nada. É uma das maiores taxas de retorno por metro quadrado do estacionamento.

Benefícios do eletroposto para o shopping

Modelo Revenue Share: o shopping cede o espaço, a Gauss Mob faz o resto.

Sem CAPEX

Gauss Mob arca com 100% do investimento: carregador DC Fast 120–150 kW, projeto elétrico, instalação e O&M.

Receita passiva

50% da receita líquida por sessão de carregamento. Estimativa: R$ 6–9 mil/mês por carregador com ocupação de 45%.

Atrai cliente premium

Motoristas de VE têm ticket médio 23% superior. O eletroposto funciona como âncora para atrair esse público.

ESG e sustentabilidade

Eletroposto reforça indicadores ESG do empreendimento. Diferencial em relatórios de sustentabilidade e certificações verdes.

Diferencial competitivo

O shopping com eletroposto se destaca da concorrência. Motoristas de VE escolhem ativamente onde carregar.

Valorização do ponto

Infraestrutura de recarga DC Fast agrega valor ao empreendimento e ao metro quadrado do estacionamento.

Passo a passo

Como funciona a instalação no shopping

01

Levantamento técnico

Engenheiro da Gauss Mob visita o shopping, avalia o QGBT, o transformador, a capacidade da rede e define a posição ideal do carregador no estacionamento — preferencialmente em vagas de alta visibilidade próximas à entrada.

02

Instalação e comissionamento

Instalação do cabeamento, quadro de proteções e carregador DC Fast. Integração com o sistema de estacionamento do shopping (cancela, vaga reservada, sinalização). Comissionamento com teste de carga real. Prazo: 15 a 30 dias.

03

Operação e receita

O eletroposto entra em operação com billing automático por kWh. O shopping recebe 50% da receita líquida via repasse mensal. Dashboard de acompanhamento com sessões, receita e indicadores em tempo real.

Modelo financeiro

Receita estimada para o shopping

O cenário base considera um carregador DC Fast de 120 kW operando no estacionamento do shopping com ocupação média de 45% — patamar conservador para shoppings com mais de 50 mil visitantes por mês. A tarifa cobrada do motorista é de R$ 2,13/kWh, e o custo de energia é de R$ 0,83/kWh (incluindo TUSD, impostos e perdas).

Com 20 a 35 sessões por dia, a receita bruta mensal estimada é de R$ 12 mil a R$ 18 mil. No modelo Revenue Share 50/50, o shopping recebe de R$ 6 mil a R$ 9 mil por mês — sem ter investido nada e sem pagar energia, manutenção ou operação. A receita cresce à medida que a frota de VEs se expande.

Em shoppings de alto luxo ou com localização estratégica, a tarifa pode ser ajustada para até R$ 2,50/kWh, elevando a receita do shopping para R$ 8 mil a R$ 12 mil por mês. A Gauss Mob monitora a ocupação e ajusta tarifas dinamicamente para maximizar a receita sem comprometer a taxa de utilização.

Cenário base — 120 kW

Potência do carregador120 kW DC Fast CCS2
Ocupação média45% (20–35 sessões/dia)
Tarifa ao motoristaR$ 2,13/kWh
Custo de energiaR$ 0,83/kWh
Receita bruta mensalR$ 12–18 mil
Parcela do shopping (50%)R$ 6–9 mil/mês
CAPEX para o shoppingR$ 0
O&M para o shoppingR$ 0

Valores do cenário base. Resultados reais variam conforme localização, fluxo e tarifa de energia.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre eletroposto em shopping

Quanto custa instalar eletroposto em shopping?
No modelo Revenue Share 50/50 da Gauss Mob, o custo de instalação é zero para o shopping. A Gauss Mob arca com 100% do CAPEX — que inclui o carregador DC Fast de 120 a 150 kW, o projeto elétrico, a instalação civil e elétrica, o comissionamento e o software de billing. O investimento total por ponto varia de R$ 250 mil a R$ 350 mil, dependendo da potência e da distância entre o QGBT e a vaga de instalação. Todo esse valor é bancado pela Gauss Mob. O shopping entra com o espaço (1 a 2 vagas de estacionamento) e a infraestrutura elétrica existente. Em troca, recebe 50% da receita líquida de cada sessão de carregamento — sem risco de demanda e sem custo operacional. A manutenção preventiva e corretiva também é responsabilidade da Gauss Mob, com SLA de atendimento em até 24 horas.
Quem paga a instalação: shopping ou operador?
No modelo Revenue Share, quem paga 100% da instalação é a Gauss Mob, que atua como operador do eletroposto. O shopping não investe nenhum centavo. A Gauss Mob banca o equipamento (carregador DC Fast CCS2), o projeto elétrico conforme NBR 16620 e NBR IEC 61851, a aprovação junto à distribuidora de energia, a instalação física (cabeamento, quadro de proteções, base civil) e o comissionamento com teste de carga. Após o go-live, a Gauss Mob também é responsável pela operação e manutenção contínua — o shopping não precisa contratar equipe técnica nem monitorar o equipamento. Caso o shopping prefira ser dono do ativo, o modelo Compra e Venda está disponível a partir de R$ 250 mil por carregador 120 kW chave-na-mão, com o shopping ficando com 100% da receita e TIR estimada de aproximadamente 35% ao ano.
Qual o modelo de receita para shopping?
O modelo principal é o Revenue Share 50/50. A cada sessão de carregamento paga por um motorista de veículo elétrico, a receita líquida (tarifa cobrada por kWh menos o custo de energia) é dividida meio a meio entre o shopping e a Gauss Mob. Com um carregador de 120 kW operando a uma ocupação média de 45%, a receita mensal total estimada é de R$ 12 mil a R$ 18 mil, o que representa de R$ 6 mil a R$ 9 mil por mês para o shopping — sem ter investido nada. A receita cresce conforme a frota de veículos elétricos no Brasil se expande (crescimento de 42% ao ano segundo a ABVE). Além da receita direta, o eletroposto gera receita indireta: o motorista que carrega por 20 a 40 minutos consome em lojas, praça de alimentação e cinema. Estudos de shoppings europeus mostram que o ticket médio do cliente de VE é 23% superior ao do cliente convencional.
Quanto tempo o cliente fica carregando no shopping?
Com um carregador DC Fast de 120 a 150 kW, o tempo para carregar a bateria de 20% a 80% é de 20 a 40 minutos — exatamente o tempo de uma compra rápida, um café ou uma refeição na praça de alimentação. Para uma carga completa de 10% a 100%, o tempo sobe para 50 a 70 minutos, compatível com uma sessão de cinema ou compras mais longas. O tempo de permanência médio do cliente em shopping no Brasil é de 1 hora e 45 minutos a 2 horas e 30 minutos (dados da Abrasce), o que significa que a recarga DC Fast se encaixa perfeitamente no comportamento existente — o cliente não precisa mudar sua rotina. Carregadores AC Level 2 (7 a 22 kW) levariam de 3 a 8 horas, tornando-se inadequados para a rotatividade desejada em estacionamento de shopping. Por isso a Gauss Mob instala exclusivamente DC Fast em ambientes comerciais de alta rotatividade.
O shopping precisa de autorização especial?
O shopping precisa de dois tipos de autorização. A primeira é junto à distribuidora de energia local (Enel, CPFL, Cemig etc.), conforme a Resolução ANEEL 1000/2021: é necessário comunicar a instalação do ponto de recarga e, se a demanda contratada do shopping for insuficiente para a carga adicional do carregador DC Fast, solicitar aumento de demanda. Na prática, shoppings de médio e grande porte já possuem transformadores robustos (500 kVA a 2 MVA) com folga de carga, o que frequentemente dispensa aumento de demanda e reduz o prazo da aprovação para 10 a 15 dias. A segunda autorização é interna: aprovação do departamento de engenharia ou facilities do shopping e, quando aplicável, do consórcio de lojistas ou condomínio do empreendimento. Não há necessidade de alvará específico para eletroposto na maioria dos municípios brasileiros. A Gauss Mob conduz todo o processo de licenciamento e documentação técnica, eliminando a burocracia para o shopping.

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