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Para Postos de Combustível

Eletroposto em posto de combustível:
prepare seu posto para carros elétricos

A transição energética já está acontecendo. Instale carregadores DC Fast 120–150 kW no seu posto sem investir nada — ou adquira o equipamento e fique com 100% da receita. Atenda a frota a combustão de hoje e a elétrica de amanhã no mesmo espaço. Margem por sessão de recarga até 8x superior à margem de combustível.

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Transição energética

O posto híbrido: combustível + elétrico no mesmo espaço

O posto de combustível está no centro da transição energética do transporte. Enquanto a frota a combustão ainda representa mais de 98% dos veículos no Brasil, a frota elétrica cresce a 42% ao ano (ABVE 2025) — e o motorista de VE precisa das mesmas coisas que o de combustível: localização conveniente, parada rápida e serviços de conveniência. O posto que instala eletroposto DC Fast hoje não está abandonando o combustível — está capturando os dois mercados simultaneamente.

A lógica é simples: o motorista de VE em rodovia para no posto por necessidade, não por conveniência. Não existe “vou carregar em casa” quando se está a 200 km do destino com 15% de bateria. Postos em rodovias de alto fluxo registram as maiores taxas de ocupação de carregadores do país — acima de 50% — porque a demanda é compulsória. E enquanto o motorista espera 20 a 40 minutos pela carga, ele consome na conveniência: café, lanche, compras. Dados de redes de postos europeus indicam que o ticket médio na conveniência durante recarga elétrica é 2,5 vezes superior ao de um abastecimento convencional.

As grandes redes brasileiras já se moveram. A Vibra Energia (ex-BR Distribuidora) opera mais de 200 pontos de recarga em postos pelo Brasil. A Ipiranga lançou o programa “Posto do Futuro” com infraestrutura dual. A Shell investe globalmente em hubs de recarga ultrarrápida. O dono de posto independente que não se posicionar agora ficará para trás quando a frota elétrica atingir massa crítica — o que, no ritmo atual de crescimento, acontece entre 2028 e 2030.

O modelo híbrido é a estratégia de menor risco: o posto continua gerando receita com combustível (que não desaparece da noite para o dia) e adiciona um novo stream de receita com recarga elétrica. A margem líquida por sessão de recarga (R$ 1,30/kWh) é 4 a 8 vezes superior à margem de combustível líquido (R$ 0,15 a R$ 0,30/litro). Uma única vaga de recarga DC Fast pode gerar mais receita líquida que uma bomba de combustível. O posto não precisa escolher entre presente e futuro — pode capturar os dois.

Benefícios do eletroposto para o posto de combustível

Revenue Share sem CAPEX ou Compra e Venda com payback de ~12 meses em rodovias.

Sem CAPEX (Revenue Share)

No modelo Revenue Share, a Gauss Mob arca com 100% do investimento. O dono do posto entra com o espaço e recebe 50% da receita.

Novo revenue stream

Margem líquida de R$ 1,30/kWh por sessão de recarga — significativamente superior à margem de combustível líquido (R$ 0,15–0,30/litro).

Atende 2 mercados

Infraestrutura dual: combustível para a frota atual, recarga elétrica para a frota em crescimento. O posto captura receita dos dois segmentos.

Infraestrutura existente

Postos em rodovias já possuem transformadores robustos, área pavimentada e conveniência — reduz custo e prazo da instalação DC Fast.

Localização estratégica

Postos em rodovias e vias de alto tráfego são as localizações de maior ROI para eletropostos. Motorista para por necessidade, não conveniência.

Futuro-proof

A frota de VEs cresce 42% ao ano no Brasil. O posto que instala eletroposto hoje se posiciona para capturar o mercado de amanhã.

Infraestrutura dual

Como integrar DC Fast na planta do posto

A instalação de carregador DC Fast em posto de combustível existente segue requisitos específicos de segurança. O carregador deve ser posicionado em área segregada do abastecimento de combustível, respeitando a distância mínima de segurança conforme NR 20 (Segurança com inflamáveis e líquidos combustíveis) e NBR IEC 60079 (Atmosferas explosivas). Na prática, isso significa que o carregador fica nas vagas de estacionamento da conveniência, na lateral do terreno ou em área específica demarcada — nunca na pista de abastecimento.

A potência recomendada para postos é de 120 a 150 kW. Em rodovias, a prioridade é velocidade de carga — o motorista quer voltar à estrada o mais rápido possível. Um carregador de 120 kW entrega 80% de bateria em 20 a 35 minutos; um de 150 kW, em 15 a 25 minutos. A demanda elétrica adicional é de 200 a 250 A por fase (380 V trifásico). Postos de rodovia frequentemente já possuem transformadores de 300 a 500 kVA com folga de carga, o que dispensa upgrade e reduz prazo e custo.

O espaço físico necessário é mínimo: o carregador DC Fast ocupa aproximadamente 2 m2 de base, e a vaga associada é uma vaga de estacionamento padrão (2,5 x 5 m). A instalação inclui sinalização dedicada com pintura no piso (verde para vagas EV), totem informativo e iluminação noturna. A integração com o sistema de pagamento do posto é opcional — o billing pode ser feito exclusivamente pelo app da Gauss Mob, ou integrado ao POS da conveniência.

O prazo de instalação em postos é de 20 a 40 diasdo contrato ao go-live. A etapa mais longa é a aprovação da distribuidora de energia (10 a 20 dias), seguida pelo levantamento técnico (1 a 3 dias) e instalação física (3 a 5 dias). A Gauss Mob conduz todo o processo, incluindo a interface com a distribuidora, o projeto elétrico conforme NBR 16620, a adequação de segurança conforme NR 20 e o comissionamento com teste de carga real.

Comparação financeira

Receita elétrica vs receita de combustível por vaga

Vaga com carregador DC Fast 120 kW

Sessões estimadas/dia25–50
Energia média por sessão35 kWh
Tarifa ao motoristaR$ 2,13/kWh
Custo de energiaR$ 0,83/kWh
Margem bruta por sessãoR$ 45,50
Receita bruta mensalR$ 15–22 mil
Margem líquida/kWhR$ 1,30

Bomba de combustível (referência)

Abastecimentos/dia80–120
Volume médio por abastecimento35 litros
Preço ao consumidor (gasolina)R$ 5,89/litro
Custo de aquisiçãoR$ 5,59/litro
Margem bruta por abastecimentoR$ 10,50
Receita bruta mensal (margem)R$ 25–38 mil
Margem líquida/litroR$ 0,20–0,30

Conclusão: embora a bomba de combustível processe mais transações por dia, a margem por sessão de recarga elétrica (R$ 45,50) é 4,3 vezes superior à margem por abastecimento de gasolina (R$ 10,50). Com menos sessões, o carregador DC Fast gera receita líquida comparável — e superior em cenários de alta ocupação. À medida que a frota elétrica cresce, a receita do eletroposto escala enquanto a da bomba se estabiliza.

Valores do cenário base. Margem de combustível varia por bandeira, região e volume. Resultados reais variam.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre eletroposto em posto de combustível

É possível instalar eletroposto em posto de combustível existente?
Sim, e é uma das melhores localizações para eletropostos DC Fast. Postos de combustível existentes já possuem infraestrutura privilegiada: localização em vias de alto tráfego, área pavimentada com cobertura, sistema de pagamento, atendente e conveniência. A instalação segue as normas NBR 16620 e NBR IEC 61851, com requisitos adicionais de segurança para áreas classificadas próximas a tanques de combustível. O carregador DC Fast é instalado em área segregada do abastecimento de combustível, com distância mínima de segurança conforme NR 20 e NBR IEC 60079. Na prática, a maioria dos postos tem espaço disponível — vagas de estacionamento da conveniência, área lateral ou fundo do terreno — que pode ser convertido em ponto de recarga sem interferir na operação de abastecimento. A Gauss Mob faz o levantamento técnico gratuito e identifica a melhor posição com base no layout existente.
Qual o custo de adaptação do posto para carga elétrica?
No modelo Revenue Share 50/50, o custo de adaptação é zero para o dono do posto. A Gauss Mob arca com 100% do CAPEX — que inclui o carregador DC Fast de 120 a 150 kW, o projeto elétrico, a instalação civil e elétrica, a sinalização dedicada e o comissionamento. O investimento total por ponto varia de R$ 250 mil a R$ 400 mil, dependendo da potência e da necessidade de reforço na rede elétrica. Postos em rodovias de alto fluxo frequentemente já possuem transformadores robustos (300 a 500 kVA) que suportam a carga adicional sem necessidade de upgrade, reduzindo o custo e o prazo da instalação. Para postos que optam pelo modelo Compra e Venda, o investimento a partir de R$ 250 mil por carregador 120 kW chave-na-mão oferece payback estimado de aproximadamente 12 meses em locais de alto fluxo — o mais rápido entre todos os segmentos. A Gauss Mob orienta sobre linhas de financiamento disponíveis (BV Inspira, BNDES Automático) para quem prefere preservar capital de giro.
Quanto tempo leva a recarga DC Fast no posto?
Com um carregador DC Fast de 120 kW, o tempo para carregar a bateria de 20% a 80% é de 20 a 35 minutos — tempo compatível com uma parada para café, lanche na conveniência ou uso do banheiro. Com carregadores de 150 kW, o tempo cai para 15 a 25 minutos. Para uma carga completa de 10% a 100%, o tempo sobe para 45 a 70 minutos, dependendo da potência do carregador e do modelo do veículo. Na prática, a maioria dos motoristas de VE não carrega até 100% — a curva de carregamento desacelera acima de 80%, e o motorista experiente desconecta quando atinge esse patamar. Para comparação: um abastecimento de gasolina leva 3 a 5 minutos, então a recarga elétrica é mais demorada. Porém, esse tempo é uma oportunidade de receita: enquanto espera, o motorista consome na conveniência do posto. Dados de redes de postos europeus mostram que o ticket médio na conveniência durante a recarga é 2,5 vezes superior ao de um abastecimento convencional.
O motorista de EV vai ao posto de combustível?
Sim, e cada vez mais. A recarga em postos de combustível é o modelo mais natural de transição para o motorista de veículo elétrico, porque o comportamento é similar: parar, carregar, seguir viagem. Em rodovias, o posto de combustível é frequentemente a única infraestrutura disponível com estacionamento, banheiro, conveniência e localização estratégica — exatamente o que o motorista de VE precisa durante uma viagem longa. No Brasil, redes como Vibra Energia (ex-BR Distribuidora), Ipiranga e Shell já operam mais de 200 pontos de recarga em postos bandeirados, validando o modelo. Em áreas urbanas, o motorista de VE que mora em apartamento sem carregador doméstico usa o posto de combustível da mesma forma que usaria para abastecer gasolina — uma ou duas vezes por semana para recarga rápida. A diferença é que a margem líquida por sessão de recarga elétrica (R$ 1,30/kWh de margem bruta) é significativamente superior à margem de combustível líquido (R$ 0,15–0,30/litro), tornando cada vaga de recarga elétrica mais rentável que uma bomba de combustível.
Qual o modelo de receita para dono de posto?
O dono de posto tem dois modelos principais. No Revenue Share 50/50, o CAPEX é zero — a Gauss Mob instala, opera e divide a receita líquida das sessões meio a meio. Com um carregador de 120 kW operando a 50% de ocupação (patamar conservador para rodovias de médio fluxo), a receita mensal total estimada é de R$ 15 mil a R$ 22 mil, gerando de R$ 7,5 mil a R$ 11 mil por mês para o dono do posto. No modelo Compra e Venda, o dono investe R$ 250 mil no carregador 120 kW chave-na-mão e fica com 100% da receita — R$ 15 mil a R$ 22 mil por mês integralmente. O payback estimado é de aproximadamente 12 meses em postos de alto fluxo, com TIR de ~45% ao ano. Além da receita direta de recarga, o posto gera receita indireta relevante: o motorista que carrega por 20 a 40 minutos consome na conveniência (café, lanche, compras). Dados europeus indicam ticket médio de conveniência 2,5x superior durante recargas EV versus abastecimentos tradicionais.

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